12 de dezembro de 2018
                 
     
                         
Lázaro Freire, Acid0 e Lobão na MTV: Daime é droga ou religião?
Psicanálise Transdisciplinar em SP com Lázaro Freire
Seja um colaborador ativo da Voadores!
Cursos e palestras da Voadores em sua cidade
Mensagem de Wagner Borges
Mais novidades

 
  

Colunas

>> Colunistas > Lázaro Freire

Conversando sobre mestres e posturas conscienciais
Publicado em: 04 de setembro de 2006, 18:43:16  -  Lido 3363 vez(es)



(Texto postado originalmente na lista Paz e Luz da Internet)

- Por Lázaro Freire -

Vou começar citando um trecho do Wagner Borges:

"As pessoas fazem CAMPEONATO DE MESTRES, ficam discutindo quem é o melhor, em vez de aplicar o ensinamento deles, ou fazer 1 milésimo do que pregavam e exemplificavam."

No Ocidente, há uma concepção distorcida da palavra Mestre. Não endosso o uso equivocado que fazem dela, mas tampouco tenho algo contra a mestria interior:

Somos todos mestres e discípulos, uns dos outros.

Normalmente, o simples uso da palavra gera respeito excessivo, ou, não raro, críticas, egos e excessos. O que embute, não sei porque, uma exigência de perfeição inatingível - fruto de nossa própria incapacidade de seguirmos modelos, escondendo, com isso, a nossa deficiência em SERMOS modelos a serem seguidos.

Na Índia, país construído principalmente com base na tradição oral, não há este preconceito. Todos são gurus (mestres, preceptores) de alguma coisa. Não se "é" melhor por isso, mas não perdem o respeito pelo que "temos" de melhor para repassar.

Há o guru de Ioga - mas também o guru de sânscrito, o guru de culinária, o guru de flauta, o guru de Kryia (técnicas de purificação), o guru de inglês - gurus de coisas simples e complexas, sem preconceitos, sem exigências de perfeição.

As pessoas são conscientes de que têm algo a ensinar - e as demais, mais ainda, de que têm sempre algo a aprender com o outro. Um belo ato de compartilhar.

Aqui, não. Mesmo que alguém materialize vibhuti (cinzas sagradas) e levite (como o Sai Baba); mesmo que possamos ter pelo menos algo a passar em Espiritualidade, Astrologia, Tarot, ou simplesmente Vida - as pessoas estarão sempre procurando achar algum defeito, seja em um Sai Baba, seja em nós.

De tanto procurar, é claro que encontrarão. Exista o tal defeito ou não. E quanto maior for o conhecimento transmitido, as palavras trocadas, as mensagens veiculadas, mais os mesmos estarão, intimamente, em uma postura do tipo de tentativa de anulação, senão da mensagem, pelo menos do mensageiro.

Por exemplo: "Sei não... Alguma coisa tem ali... Não pode ser perfeito assim... Mais cedo ou mais tarde, algo vai dar errado... Vai aprontar alguma, vai falar demais, vai ter um furo no Imposto de Renda, vai ter uma fábrica de incenso, vai agir errado, tenho certeza!"

E assim, em vez de aproveitarem o que havia de bom, passam o tempo procurando o tal defeito que lhes permita se auto-desculpar por não seguir os ensinamentos dos Mestres...

Mestres sim: do Mestre Sai Baba, mas também da Mestra Marília, do Mestre Lázaro, do Mestre Wagner. E do Mestre Chefe Chato que nos ensina paciência; do Mestre Padeiro que nos recebe de manhã com um sorriso; do Mestre Assaltante, que nos mostra que nada nos pertence de fato e que precisamos fazer mais ainda em prol da justiça social...

Tantos Mestres - 6 bilhões deles, para contar apenas os encarnados. Em maior ou menor grau, todos com algo a ensinar.

Todos humanos - mesmo Cristo e Sai Baba. E ao mesmo tempo, todos divinos - mesmo eu e você.

Todos eles, não se cansando de dizer que somos iguais. E os iguais de fato, cheios de erros e acertos, como nós, nem precisam nos dizer.



Estes escritos me fizeram lembrar de Richard Bach (em "Ilusões - As Aventuras de Um Messias Indeciso"):

"Aprender é descobrir aquilo que você já sabe.

Fazer é demonstrar que você o sabe.

Ensinar é lembrar aos outros que eles sabem tanto quanto você.

Somos todos aprendizes, fazedores, professores.

Você ensina melhor o que mais precisa aprender."

Grande verdade!

E o que mais me salta aos olhos nesta questão dos Messias do cotidiano, falhos e divinos, é a necessidade que as pessoas têm de colocá-los em um patamar "supostamente" acima. Para, a seguir, tentar derrubá-lo do pedestal onde ele não se colocou.

Eu, que já senti na pele várias vezes em diversos níveis, por tentar ensinar, e que já vi pessoas tão mais capacitadas serem impedidas por este comportamento vândalo do aprendiz, chamo a este comportamento de "Síndrome do Messias Crucificável"

O mecanismo é simples: os Mestres do cotidiano costumam lembrar, em seus atos e palavras, serem iguais, falhos e simples, mas mesmo assim terem algo a ensinar...

Entretanto, as pessoas, discípulos, tendem a colocá-los primeiramente em um andar superior.

Se o ensinamento for divino, basta promovermos nossos Mestres a este nível acima.

Assim, ele está no Alto, é visto como um "iluminado", ainda que negue. Podemos, assim, ter uma atitude passiva perante eles. Vamos ao instituto, à montanha, ao centro, à sinagoga, à palestra, à lista de discussão, à igreja ou ao ashram para ouvi-los, e saímos de lá os elogiando. Sem tirar nosso "traseiro" da cadeira.

Assim os vemos:

O grande médium do centro, intocável e divino (mas que come arroz com feijão e defeca como qualquer vivente).

O grande espiritualista, autor de livro, astrólogo iluminado, iogue, proprietário de lista na Internet, Projetor Astral, Músico, qualquer coisa - elevamos quem tem algo a nos passar a um patamar inatingível para um ser humano, e que só existe em nossa expectativa - e imaginação.

No primeiro momento, fazemos vistas grossas aos seus naturais defeitos e exageramos suas qualidades. Preferencialmente as atribuímos a "dons", para esquecermos do esforço que o Mestre fez para ter e ser, esforço este que também poderíamos fazer.

Então, é só esperar suas sábias palavras, seus passes, suas análises astrológicas, seus livros, seus ensinamentos, seus evangelhos - sempre distantes de nós - como quem recebe um bálsamo. Pobre Mestre.

Neste momento, ele foi transformado no divino, e como tal será cobrado, apenas pela covardia acomodada do discípulo em atuar.

Colocamos Jesus e Krishna - dois homens de seu tempo, legando um exemplo de espiritualidade atuante que poderia ser seguido pelos comuns - em um patamar inatingível. Criamos mitos e os transformamos em nosso porto seguro. Passam a ser o mais perto de Deus, encarnações divinas, os que recebem (todas) nossas orações e mantras.

Ousaram nos ensinar, vivendo inseridos em seu tempo e sociedade, mas preferimos ignorar seu exemplo, esquecer-nos de suas mulheres e filhos, de seus erros e acertos, e os transformamos em "Os Iluminados".

E séculos ou milênios depois, ainda ignoramos (por conveniência) que eles sempre nos diziam ser como nós. Ou que éramos nós como eles, e que podíamos fazer tudo que eles faziam, também.

Rimos, internamente, preferindo atribuir estas advertências à humildade destes Mestres, fingindo que não entendemos o recado de que o mestre não era "iluminado", ele BUSCAVA E FAZIA sua própria luz, trilhando um caminho que também podíamos seguir.

Não notamos sequer que, para fazer a diferença de sua iluminação para a nossa mediocridade, eles apenas ensinavam - e costumavam TENTAR fazer o correto. Coisa que normalmente nós não queremos.

Oxalá fosse apenas com Krishna e Jesus. Mas, infelizmente, fazemos o mesmo com os Mestres do dia-a-dia. Até bem pior.

Jesus e Krishna tinham seu preparo. Mas talvez o Mestre Padeiro, o Mestre Feirante, o Mestre Colega de Trabalho que sabe mais sobre o negócio, o Mestre Escritor de Livro, o Mestre Bom Médium, o Mestre Autor de mensagens longas na Internet, o Mestre Excelente Astrólogo, o Mestre Palestrante, o Mestre Amigo, e tantos outros, simplesmente não têm a mesma resistência que um grande avatar. Nem o mesmo grau de perfeição. Mas nem por isso deixaram de ter EXCELENTES mensagens para nos ensinar. Se tivermos ouvidos para escutar!

Porém, humanos ou "divinos", nós os colocamos primeiramente lá em cima.

Assim podemos ir a eles apenas quando nos convém, como eternos pedintes. Como se fôssemos mendigos conscienciais! E se eles assumem, de algum modo, sua mestria - ainda que em um contexto - jogamos em suas costas a NOSSA exigência de que sejam perfeitos, já que OUSARAM tentar nos ensinar qualquer coisa para que crescêssemos.

É um grande mecanismo de defesa e comodismo: chegamos com as mãos estiradas... E ao mesmo tempo, sempre desconfiados, procuramos um motivo para... CRUCIFICÁ-LOS.

Não é surpresa. Afinal, é o que sempre fizemos com os Messias. Flechamos até mesmo um Krishna, crucificamos até mesmo um Jesus.

Porque não faríamos pior com nossos inúmeros mestres imperfeitos do dia-a-dia?

Do mesmo modo, os mestres cotidianos também nos disseram, até com atitudes, que somos iguais. Mas nós, fascinados, tentamos elevá-los a algo mais do que poderiam

suportar ser, e atribuímos sua recusa à sua "humildade" e "evolução"...

Repetindo o erro, para continuarmos FINGINDO NÃO ENTENDER que todos são Mestres, Irmãos, Deuses e Demônios.

Que são simplesmente HUMANOS, que por mais erros que tenham, SEMPRE terão uma porção divina, uma capacidade de amar e algo a ensinar.

Que navegam, todos eles, mestres ou não, pelas mesmas águas do Universo, a bordo do mesmo barco azul chamado Terra. Em uma atmosfera coletiva, em UMA SÓ evolução.

Com individualidade, mas também como alma-grupo, com um inconsciente coletivo, células de Gaya, precisando todos uns da evolução dos outros, para termos também maior facilidade de crescimento.

Neste momento, surdos por conveniência, preferimos transformar nossos gurus em semi-deuses, distanciando-os o suficiente para que possamos jogar nossas pedras sem que eles saibam de onde vêm.

Exigimos, nesta hora, mais e mais deles - e, pelo mesmo mecanismo, menos de nós.

Compensação às avessas: afinal, desta forma, nos auto-desculpamos por não termos nascido tão iluminados assim...

Não temos "os dons" - iremos dizer. Como se o CRIADOR tivesse predileções e distribuísse injustamente seus talentos, pessoalmente, provavelmente para nos injustiçar, ou dar um álibi para nossa inércia consciencial.

Em seguida, por mais que tentemos afastá-los, percebemos, por fim, que somos iguais. Uns por ego, outros por compreensão das limitações do objeto de adoração, o fato é que passamos a ver também, em nós, pelo menos o mesmo potencial.

Às vezes, é o próprio mestre quem nos mostra este nosso potencial...

Isso se a nossa própria expectativa e adoração (conhecida esotericamente como "babação de ovo") não desenvolverem nele um negativo excesso de ego que corrompa a mensagem.

Em outros casos, ele nem precisa nos mostrar.

Nós é que buscamos seus erros, obsessivamente, INCAPAZES que somos de nos elevarmos, senão a Jesus e Krishna, PELO MENOS àquele referencial tão próximo, tão falho e divino.

E como se não fosse o bastante, incapazes também de ajudar aquele Mestre Humano no que quer que seja. E eles, na solidão de um planeta onde a maioria foge do compartilhar e/ou privilegia a mediocridade, sempre precisam de muito: seja um pão, um sorriso, uma palavra, um ato, um aperto de mão, um beijo, um amigo, um gozo, um outro conhecimento, um livro, um novo discípulo, um fim-de-semana feliz, uma dica - sempre há o que trocar, aprender, ensinar... E mesmo se não houvesse, sempre haveria uma possibilidade de diminuir um pouco seus fardos, para que pelo menos eles pudessem passar a quem aproveitasse um pouco mais que nós.

Mas NISSO, indevidamente, vemos pieguice. Preferimos, para não crescermos, para não o fazermos crescer - simplesmente encontrar seus erros (e ele os tem), ou suas falhas, e tentarmos "trazê-los até nós". No pior dos sentidos, o de rebaixar.

Se possível, "desmascará-lo". Ou seja, imaginarmos a máscara que ele não tem, e na falta desta para arrancar, tiramos seu próprio escalpo.

Não somos capazes apenas de admitir a nossa teimosia em não domarmos nosso ego, NEM AO MENOS para termos uma postura receptiva para aprendermos e crescermos. E já que um bom egoísta não deixaria passar a oportunidade de crescer, somos, então, piores do que os egoístas inteligentes. Ou seja: somos BURROS, mesmo.

E não é o suficiente: precisamos tirar também, dos outros, a oportunidade que tinham de se mirar naquele Mestre - seja Cristo ou Krishna; seja um orientador evolutivo; seja um mestre entre os comuns.

Afinal, se alguém puder ser humano, ter erros, medos, receios, lágrimas (como nós); e mesmo assim puder ser alguém que ALGUM DIA mereceu de nós o respeito (erroneamente) reverente que dedicamos aos Mestres, isso significaria que a diferença entre os mestres que antes idolatramos e depois desmascaramos (por cometer o pecado de ser igual a nós) e nós mesmo é muito simples.

São coisas como:

- OUSAR ENSINAR.

- DAR A CARA À TAPA.

- TIRAR O TRASEIRO DA CADEIRA.

- ESTAR ABERTO PARA COMPARTILHAR.

- TRANSFORMAR O EGO QUE TEM, EM UM "EGO SERVIDOR"

- NÃO SE RECUSAR A CRESCER POR TER AS MESMAS LIMITAÇÕES QUE TEMOS.

- NÃO DEIXAR DE SER O QUE É PELO QUE AINDA NÃO PODE SER.

- TER CORAGEM DE SER O QUE DEVE SER FEITO - MESMO SABENDO QUE SERÁ CRUCIFICADO POR ISSO, MAIS CEDO OU MAIS TARDE, POR NÃO SER PERFEITO.

E vendo que isso faz sentido, e que até nós, comuns, discernindo, podemos vislumbrar esta triste sina dos Mestres, que limitados somos, assustado concluo, então:

- Cristo sabia que morreria e seria traído!

- Krishna sabia que o destino da guerra fratricida eram as flechas, que seu corpo morreria!

E não me esqueço que o primeiro veio trilhar a experiência humana, repetindo sempre a consciência que tinha de seu destino. E o segundo, ainda assim, preferiu lembrar a Arjuna que nada pode ferir a alma, que é imortal - e que devemos cumprir nosso dever (dharma), mesmo quando incompreendido, mesmo quando cruel.

E ele, neste nível de consciência, é claro que sabia que falava até mesmo de si, e do dharma de ensinar o dharma, a nós, acomodados, prontos para condená-lo, também.

E digo mais: se é discernível ao intelecto, isso implica que em algum nível, consciente ou não, os mestres que chamamos, apedrejando, de chatos, egóicos, pseudo-profetas; os falsos-messias, segundo nós, desmascarados, lapidados, crucificados e flechados todos os dias por não serem perfeitos como "gostaríamos", também sabem disto!

E sabem mais: os mais lúcidos, em seu dharma terreno de ensinar aos colegas do caminho, sempre se souberam imperfeitos. E sabem, também, que não têm a resistência e a resignação de um grande avatar (1). E não têm o mesmo canal com o divino, que com certeza deve servir de alento.

Seja quem for que os ataque, não estará sendo nem o primeiro, nem único, nem original. E eles, sabendo, mesmo assim, continuam a nos ensinar, a cumprir seu dharma, a serem amados e odiados, a aprender e ensinar, sob chuva de pedras, flechas e cruzes.

Falíveis, sempre - como sempre souberam ser. Mas, mesmo assim, continuando a "ensinar melhor aquilo que mais precisamos aprender".

Afinal, somos todos "aprendizes, fazedores e professores".

Já pensaram nisso? Pelo menos agora, sim.

Agindo assim, é hipocrisia rezar de joelhos por termos crucificado um Cristo - que tinha preparo para esta missão...

Hipócritas! Dizemo-nos arrependidos (ou mesmo não coniventes com os atos dos romanos e judeus, que podem ter sido nós mesmos antes). E ao sairmos da igreja, após atos de penitência e culpa, jogamos fora a oportunidade que Ele nos dá de repararmos isto, no dia-a-dia, em cada novo Mestre que a vida nos envia, em cada rosto, em cada sorriso, em

cada palavra, em cada pessoa.

Hipócritas! Vamos à igreja - ou mais recentemente, ao cinema - nos "arrependermos" do que fizemos com Jesus, mas ao encontrarmos um novo preceptor no centro, no instituto, na lista de discussão, confirmamos nossa natureza, matando covardemente quem nem tinha a mesma condição de resistir.

Hipócritas! Isentamo-nos de seguir a mais humana das referências dentre os Grandes Mestres que por aqui passaram. Transformamos o homem em Deus, sua mãe em virgem, sua esposa em prostituta distante, seus pescadores comuns em santos milagreiros de quem compramos indulgências e perdões, apenas para não termos exemplos humanos a seguir. E reclamamos falsamente a Deus, dizendo que não somos perfeitos como Ele.

Hipócritas! Não podemos apenas nos negar a caminhar, mas precisamos também invalidar o crescimento do outro, que atestaria nossa mediocridade. E depois não entendemos como a humanidade expulsa e assassina seus avatares.

Hipócritas! Pedimos um caminho dos comuns. Exigimos uma espiritualidade que pudesse ser trilhada no cotidiano. E quando a encontrarmos e vermos que pessoas como nós podem também ser Mestras, os Mestres que poderíamos e deveríamos nós mesmos ser, repetimos a crucificação, na crítica pelas costas, no ataque destrutivo, na palavra ácida, na minúcia de julgamentos da qual só a mediocridade é capaz, ainda que lamentando o que os "outros" fizeram com Jesus.

Continuamos fabricando Messias, todos os dias. E os crucificando a seguir.

Parece-me muito mais grave. E a vocês?



Om Shanti! (2)
Om Prakash! (3)


São Paulo, 28 de maio de 2001.

Notas: - Nota de Wagner Borges: Lázaro Freire é pesquisador, projetor, espiritualista, fundador e moderador da lista "Voadores" da internet - www.voadores.com.br ?
Maiores informações sobre o seu trabalho podem ser obtidas em sua coluna na revista on line de nosso site - www.ippb.org.br

- Notas do sânscrito:
1. Avatar: Emissário Celeste; Canal da divindade.
2. Om Shanti - Paz Divina, que é mais do que a PAZ humana, mero intervalo entre duas guerras
3. Om Prakash - Luz, ou Brilho Divino - que é muito mais do que a mera claridade física.
OBS.: A partícula OM (shabda, verbo criador, fiat lux) dá o caráter divino ao mantra.

--
Lázaro Freire
lazarofreire@voadores.com.br


Deixe seu comentário

Seu nome:
Seu e-mail:
Mensagem:

 
Atenção: Sua mensagem será enviada à lista Voadores, onde após passar pela análise dos moderadores poderá ser entregue a todos os assinantes da lista além de permanecer disponível para consulta on-line.































Voltar Topo Enviar por e-mail Imprimir